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Reconecta apresenta estratégias para a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

Promovido pelo MPT, o Reconecta reuniu cerca de mil pessoas por dia durante a semana de evento para conscientizar e sensibilizar a sociedade sobre a inclusão e acessibilidade de pessoas com deficiência

O último dia de Reconecta em Vitória foi marcado por discussões cruciais voltadas para a empregabilidade de pessoas com deficiência e reabilitados, reunindo cerca de mil pessoas presencialmente. Promovido pelo Ministério Público do Trabalho no Espírito Santo (MPT/ES), o evento trouxe ao palco do auditório e os espaços externos especialistas e profissionais engajados na busca por soluções que possibilitem a inclusão efetiva e a quebra de barreiras no mercado de trabalho.

Fernanda Barreto Naves, vice-coordenadora nacional da Coordigualdade do MPT e coordenadora regional da Coordigualdade do MPT/ES, expressou gratidão pela participação maciça do público nos quatro dias de Reconecta. A procuradora do Trabalho destacou que o emprego não se restringe apenas à renda, mas sim à integração das pessoas com deficiência em diferentes esferas da sociedade.

Vanderson Roberto Pedruzzi Gaburo é presidente da Federação das Apaes do Estado do Espírito Santo (Feapaes-ES) e atua no movimento apaeano há mais de 20 anos e abriu as discussões do quarto dia de Reconecta no auditório do TRT. Como especialista em Apoio em Saúde e Auditoria em Saúde, ele trouxe à tona em sua palestra um cenário preocupante, descrevendo o ambiente hostil que o mundo do trabalho representa para as pessoas com deficiência.

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, apenas 28,3% das pessoas com deficiência que estão aptas ao trabalho no Brasil estão de fato trabalhando. Para Vanderson, esse contexto hostil é explicado pela mentalidade capacitista da sociedade. "Muito além do acesso à renda, o trabalho representa dignidade, ampliação de laços sociais e reconhecimento. O trabalho é um direito humano fundamental que não pode ser sonegado pela condição de deficiência", comentou.

O especialista ressaltou que esse cenário de confronto onde as empresas são compelidas a oferecer vagas inclusivas não tem surtido os resultados esperados. Por isso, eventos como o Reconecta assumem um papel crucial na promoção da inclusão, propondo a edificação de um modelo inclusivo sustentado por pilares, uma construção conjunta envolvendo empresas, poder público, pessoas com deficiência, organizações representativas e famílias.

Conectando trabalhadores e mercado 

A busca pela reinserção no mercado de trabalho ganha destaque através de iniciativas que visam conectar trabalhadores reabilitados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a empresas com vagas reservadas para esse fim. A psicóloga Carolina Duarte Gava,

reconhecida como uma figura de destaque na reabilitação profissional do INSS no Espírito Santo, abordou a reinserção no mercado de trabalho por meio desse programa.

Enquanto isso, Lidiane da Penha Segal, defensora pública federal e membro do Grupo de Trabalho de atendimento à pessoa idosa e pessoa com deficiência da DPU (GT PID), falou sobre projeto do qual ela é idealizadora, o "Reabilitação Profissional Eficaz: atuação em rede e dignidade para o trabalhador". Durante sua apresentação, ela explicou como o projeto conecta trabalhadores reabilitados pelo INSS a empresas que possuem vagas reservadas por lei para essa finalidade.

De acordo com Segal, o desafio atual reside na conexão entre os 5.410 segurados em reabilitação e as 4.161 vagas reservadas nas empresas. Ela destaca a necessidade de um esforço conjunto da sociedade para criar um ambiente mais inclusivo, onde tanto os trabalhadores necessitados quanto as empresas que precisam preencher suas vagas possam se beneficiar mutuamente.

"O objetivo não é apenas cumprir uma obrigação legal, mas garantir a inserção desses trabalhadores com dignidade", ressaltou a defensora pública.

Mais que direitos constitucionais, é preciso mudar a cultura

Rômulo Junio Soares, falou sobre sua participação na Associação de Centro de Treinamento de Educação Física Especial (CETEFE) e da sua história de 15 anos como atleta profissional de Badminton e Tiro com Arco. Em seu discurso, ele enfatizou a importância da mudança de mentalidade na sociedade. "Acredito e luto por uma sociedade justa, onde a inclusão seja a chave para garantir os direitos. Somos mais do que nossas limitações, somos eficientes", declarou Soares, compartilhando suas experiências e vitórias como atleta.

Apesar dos avanços na mudança de mentalidade, Soares destaca que ainda há um longo caminho a percorrer. "Somos mais 18,6 milhões de pessoas no país, e precisamos ser inseridos no mercado de trabalho. Não se trata apenas de trabalho, mas do resgate da dignidade humana", finalizou.

FOTOS DIA 4: reconecta 4 - Google Drive

 

Publicado em 12/12/2023

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